terça-feira, 1 de julho de 2008

Caixa Cor de Rosa

The Bedroom, 1888; Van Gogh Museum, Amsterdam, The Netherlands


escolhi para você o que eu desejei para mim...mas na dúvida se é o mesmo que você desejou para você.

te entrego uma caixa cor de rosa cheia de babados, flores e borboletas...torcendo para que você, com lápis de cor ou pincel, pinte com a sua cara.

não deixe que determinem a cor das suas paredes. Você irá decidir se elas serão brancas, terão tons pastéis ou tons vibrantes.

escute a música que te embalar a alma no volume necessário.

viva o filme que quiser.

leia todos os livros que puder...muito mais do que poderão caber nas suas poucas caixas e prateleiras.
não deixe que ninguém limite o número de sonhos que você pode ter.

não deixe que coloquem fundo no seu guarda-roupa.

não deixe que colem as borboletas na parede...elas devem estar livres para voar.

se for seu desejo, durma de luz acesa e com a janela aberta.

se for seu desejo, sonhe com mais de um príncipe encantado.

Não deixe que te impeçam de chamar sua filha de Abigail.


segunda-feira, 23 de junho de 2008

Borboletas por entre as prateleiras!

Brotou na parede um pink lindo...antes laranja. Ela não sabe da cama de adulto que irá ocupar a antiga...nem dos tecidos que deliciosamente ocuparam a manhã do meu sábado chuvoso...uma deliciosa manhã chuvosa nadando entre listrados, xadrezes e floridos...fazendo tudo isso se entender.
Ela não me viu desenhando, imaginando-a deitada nas almofadas coloridas...escrevendo, desenhando...olhando em volta e sorrindo.
Ela adorou as almofadas cor de rosa, sem saber que eram suas.
O abajur de estrela irá iluminar seu quarto colorido e criará sombras na sua parede.
A cortina branca ganhará laços de cor...e tudo terá cor...
Agora pesquiso borboletas, para fazê-las voar por entre as prateleiras.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Sexo com Amor?


atentos aos perigos do sexo com amor!

mas que pontaria a desse cupido não?

Definições




A vida que me deram não se resume a uma lista de compras, objetos de desejo, livros que não li, 100 roteiros exóticos. O futuro que eu espero não cabe numa lista de desejos, ou numa "wish list" (para os que têm a insuportável necessidade de acrescentar termos estrangeiros nesta, já tão complicada, língua portuguesa).



Estou certa de que, em algum lugar que eu ainda não encontrei, se encondem desejos que eu ainda não descobri. Livros ainda não escritos...destinos ainda não desbravados. Quem sabe atrás do fundo do guarda-roupa (né amigo "Pavão")?



Minha família não é simplesmente a primeira comunidade de que fiz parte - como me ensinaram em Educação Moral e Cívica (que tipo de coisa se ensina numa matéria com esse nome?), não, minha família é a minha família. É esse conjunto heterôgeneo de pessoas que não parecem ser nem do mesmo planeta, quem dirá da mesma família. Esse conjunto estranho, barulhento, engraçado e triste do qual faço parte. O termo que define esta família? Não, não sei.



Meus amigos não são pessoas que, simplesmente, cruzaram meu caminho em algum instante, não, são meus amigos. Amigos conquistados e cultivados a custa de dedicação, carinho e muitas vezes tolerância. Como são? O que os define? Não, não sei.


Eu sei que não sou o resultado das características determinadas por pouco mais de 20.000 genes, não, sou muito mais. Sou mais que um conjunto de cromossomos, tecidos, células nervosas, cabelos e dentes. Sou um pouco fruto de outros tempos e de outros mundos talvez. Talvez minha definição esteja num termo ainda inédito. Talvez minha definição ainda não esteja no Aurélio, no Houaiss ou na Wikipedia..talvez eu ainda nem exista de fato. Talvez eu nunca tenha existido.


Ainda faltam termos para todas as minhas definições. Ainda faltam respostas...e talvez ainda faltem muitas perguntas também.


Ainda faltam listas para todos os desejos que eu tenho...ainda preciso encontrar em algum lugar, os desejo que ainda não descobri que tenho.


Talvez minha vida seja simplesmente tomar café da manhã com Maria, redescobrir nos olhos do homem o amor de todo dia. Talvez seja a descoberta da música até então desconhecida. Talvez seja a emoção de um quadro que ainda não foi pintado...nem foi desejado. Talvez esteja no meu presente. Talvez tenha ficado no meu passado.


Talvez minha vida seja simplesmente isso...e eu que talvez ainda não tenha entendido.




quinta-feira, 12 de junho de 2008

dia dos namorados na década de 80

Romeo and Juliet, 1884 , Dicksee, Sir Frank (1853-1928)
Southampton City Art Gallery, Hampshire, UK, / The Bridgeman Art Library
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Junho de 1989. Jovens, quase adolescentes. Virgens...ambos. O namoro, oficial, em casa... como deveria ser naquela época para uma moça de família, já durava quase 1 ano...e as negociações para a mudança de status de "virgem" para "não virgem" já se arrastavam a alguns meses ... uma parte avançava e a outra (a duras penas) ... recuava. Apesar de mãos, pernas, pescoços, coxas, etc ... etc .. e muitos etcs..... etcs deliciosos ...
Praça Buenos Aires, Avenida Higienópolis em São Paulo. Ela prestava vestibular na Faap. Ele, ainda um estudante com tardes desocupadas, vai encontrá-la. Sentados na praça, discutiram, analisaram prós e contras da operação, fizeram contas, estudaram as variantes da tabelinha, estabeleceram margem de risco, leram a bula do anticoncepcional, manual de instruções do preservativo, avaliaram métodos indígenas, africanos ou utilizados por um grupo esquecido de esquimós... o poder de persuação era forte...ela acabou cedendo.
Uma apartamento vazio ... a oportunidade perfeita. Menores não podiam frequentar os motéis ... pais viajando não deixam chaves deapartamento a disposição. Quanta crueldade com os hormônios alheios. Antes da viagem, uma cópia secreta ... a chave do paraíso estava garantida.
E eis que chega a tão esperada tarde. É 12 dejunho, nada mais romântico.
O ato tão bravamente desejado e negociado ... é consumado! Andar de bicicletapela primeira vez também não foi fácil. Nem tão dolorido!
Não sabiam muito bem o que colocar, onde colocar , como....nem por quanto tempo.
Ela jurava que nunca mais faria aquilo, nem com ele, nem com ninguém . Claro, estava enganada. Ela fez, várias vezes depois.

FELIZ DIA DOSNAMORADOS!!!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Primaveras Sazonais



"...a vida. ela não é um mar de rosas. mas ela oferece primaveras sazonais. e cabe a nós, vivê-las bem, para no inverno, as memórias só nos proporcionem mais forças para resgatá-las em período recorde."

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ganhei este comentário no último post aqui da Casinha...fiquei impressionada com a simplicidade e ao mesmo tempo a força da mensagem...obrigada "amigo Du"!

veio daqui ó:




terça-feira, 10 de junho de 2008

Incompletude

Reading by the Window" de Charles James Lewis - 1830
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O sentimento é INCOMPLETUDE!
Sensação de que há algo mais a ser do que eu simplesmente sou.
Há algo fora que ainda falta dentro de mim.
Nada ligado a outra pessoa ou bens materiais...
...é difícil encontrar...quando não sabemos o que estamos procurando...
Não me conheço.
Não conheço meus limites, mas tenho a sensação de que ainda estou muito longe deles.
Onde minhas mãos alcançam?
Qual a distância de um passo meu?
A altura que posso saltar?
A força dos meus atos e da minha omissão.
Onde pode ser ouvido o meu grito?
Qual os significados dos meus silêncios?
Sigo, Dividindo-me.
Multiplicando e me somando.
Eternamente me diminuindo.
Será isto do ser?
Será da mulher?
O que será de mim?
Será este meu caminho?
Busco em livros e filmes trechos da minha história.
Em ruas desconhecidas, as casas onde não morei.
Busco pessoas que não conheci na tentativa de resgatar trechos de histórias que não vivi.
Vivo momento de incompletude.
Momentos de quietude....e contestação silenciosa.
Busca...
enquanto isso...sigo a história...
com esta versão incompleta de mim!
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A inspiração para o post verio do www.caixadeanadora.blogspot.com...onde li o trechinho abaixo:

"Há um tempo em que é preciso abandonar
as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre,
à margem de nós mesmos."


[Fernando Pessoa]

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Vivas ao Vinho!

"Do sabor das coidas... Mário Quintana

Por mais raro que seja, ou mais antigo, só um vinho é deveras excelente: aquele que bebes calmamente com o teu mais velho e silencioso amigo!"

Desejos...

"Somos incapazes de parar de desejar.... Mas é tão extenuante desejar..." (lembrando A Elegância...)."
Quero um momento de tranqüila solidão no fim do dia. Uma taça de vinho tinto na temperatura. Alguns pensamentos e o sentimento edificante do dever cumprido.
Quero silêncio e uma música mundial tocando ao fundo. Quero um livro, uma história, um persongem que me faça companhia...que viva pra sempre na minha memória.
Tenho tanta coisa...quero tanto mais!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

familias felizes ou não

Observando o comportamento das famílias do condomínio, a personagem principal da história comenta:
"Todas as famílias felizes se parecem, mas as famílias infelizes o são cada uma a seu jeito é a primeira frase de Ana Karenina...."
em..A elegância do ouriço

quinta-feira, 5 de junho de 2008

CERTEZAS

"Nunca vemos além de nossas certezas e, mais grave ainda, renunciamos ao encontro, apenas encontramos a nós mesmos sem nos reconhecer nesses espelhos permanentes. Se nos déssemos conta, se tomássemos consciência do fato de que sempre olhamos apenas para nós mesmos no outro, que estamos sozinhos no deserto, enlouqueceríamos." (A elegância...)




...não se preocupem...tá acabando o estoque das anotações sobre o livro...

segunda-feira, 2 de junho de 2008

sábado, 31 de maio de 2008

Cotidiano

"Qual é essa guerra que travamos, na evidência de nossa derrota? Manhã após manhã, já exaustos com todas essas batalhas que vêm, reconduzimos o pavor do cotidiano, esse corredor sem fim que, nas derradeiras horas, valerá como destino por ter sido tão longamente percorrido. Sim, meu anjo, eis o cotidiano: enfadonho, vazio e submerso em tristezas. As alamedas do inferno não são estranhas a isso; lá caímos um dia por termos ficado ali muito tempo. De um corredor às alamedas: então se dá a queda, sem choque nem surpresa. Cada dia reatamos com a tristeza do corredor e, passo após passo, executamos o caminho da nossa sombria danação." (A elegância do ouriço)

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Egon Schiele



"Egon Schiele (1890 - 1918), austríaco e expressionista.
Em 1907, Schiele conheceu Gustav Klimt que, interessado no seu trabalho, fez dele o seu "protegido". Ajudou-o comprando os seus trabalhos, apresentando-o a pessoas influentes, arranjando-lhe modelos, entre outras coisas.
Liberto do conservadorismo, começou a explorar mais a forma humana e também a sexualidade.

Este grande representante do expressionismo austríaco deixou trabalhos onde estavam a representados seres humanos transfigurados por sentimentos fortes implícitos no seu traço, amantes revirados em amontoados de lençóis brancos, diversas mulheres posando para ele e auto-retratos provocantes mostrando a sua visão de si (provavelmente), assim como também fez algumas paisagens e residências burguesas, nos quais exibe um estilo cuidadoso e elegante, de traços bordados, com fortes contrastes entre ocres e cores primárias. (Wikipedia) "
Impossível não se incomodar diante de tanta coisa ainda desconhecida. Sentimento de impotência perante o fato de nem saber o quanto ainda há por saber. Livros a ler, a entender. Temperos a provar, destinos a explorar.
Mariah



quarta-feira, 28 de maio de 2008

Preciosa pedrinha de Infinito

"Onde se encontra a beleza? Nas grandes coisas que, como as outras, estão condenadas a morrer, ou nas pequenas que, sem nada pretender, sabem incrustar no instante uma preciosa pedrinha de infinito?" (A elegância do ouriço...)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Eu? Uma Deusa?

"Mas, na segurança do meu espírito, não há desafio que eu não consiga enfrentar.
Indigente pelo nome, pela posição e pelo aspecto, sou, em meu entendimento, uma deusa invencível."
(A elegância do ouriço)

sábado, 24 de maio de 2008

A Arte...outros pensamentos

"Para que serve a Arte? Para nos dar a breve mas fulgurante ilusão da camélia, abrindo no tempo uma brecha emocional que parece irredutível à lógica animal.


Como nasce a Arte? Nasce da capacidade que tem o espírito de esculpir o campo sensorial.

Que faz a Arte por nós? Ele dá forma e torna visíveis nossas emoções, ao fazê-lo, apõe o selo de eternidade presente em todas as obras que, por uma forma particular, sabem encarnar a universadlidade dos afestos humanos.


O selo da eternidade...Que vida ausente essas iguarias, essas taças, esses tapertes e esses copos sugerem ao nosso coração? Além das margens do quadro, sem dúvida, o tumulto e o tédio da vida, essa corrida incessante e vã, exausta de projetos - mas, dentro, a plenitude de um momento suspenso arrancado do tempo da cobiça humana.


A cobiça humana! Somos incapazes de parar de desejar, e mesmo isso nos magnifica e nos mata. O desejo! Ele nos tranporta e crucifica, levando-nos cada dia ao campo de batalha onde na véspera perdemos mas que, ao sol, nos parece novamente um terreno de conquista, nos faz construir, quando, na verdade amanhã morreremos, impérios fadados a se tornar pós como se o conhecimento que temos dessa queda próxima não importasse à sede de edificá-los agora, nos insufla o recurso de querer também aquilo que não podemos possuir, e nos joga de manhãzinha na relva juncada de cadáveres, fornecendo-nos até a nossa morte projetos tão logo realizados e tão logo renascidos. Mas é tão extenuante desejar..."


Também extraído de "A elegância do ouriço"


terça-feira, 20 de maio de 2008

A Arte é a emoção sem o desejo






"Na cena muda, sem vida nem movimento,


encarna-se um tempo isento de projetos,


uma perfeição arrancada de uma duração e de sua exausta avidez


- um prazer sem desejo,


uma existência sem duração,


uma beleza sem vontade.




Pois a Arte é a emoção sem o desejo."

A elegância do ouriço - Muriel Barbery

"O que é preciso fazer antes de morrer, agora eu sei. Pois é: posso lhes dizer. O que é preciso viver antes de morrer é um chuva torrencial que se transforma em luz."

segunda-feira, 19 de maio de 2008

E no fundo do Guarda-Roupa...

O GUARDA ROUPA DE MARIA
PARTE I
E no meio do projeto do novo guarda-roupa de Maria.
(Eu, pensando alto... )
- Acho melhor que tenha fundo por causa da umidade da parede.
(Maria ,protestando fortemente... )
- Ah não! Sem fundo! Igual o de Nárnia.

...continua...algum tempo depois....
.
.
.
O GUARDA ROUPA DE MARIA
PARTE II
Como uma menina dos século XXI, ela não fez manha, mas
reinvindicou seus direitos, foi atrás dos seus desejos...
Procurou e encontrou o "chefe dos fazedores de armário" e batendo à sua porta...olha o que encontrou...

...clica aí...

http://mafiadospavoes.blogspot.com/2008/05/armrio-sem-fundo.html































































































domingo, 18 de maio de 2008

Calma

"Estamos vivendo a era do imediato, um desejo constante de que nossa vida se resolva num clique. Há um tempo para perguntar e outro para encontrar a resposta. A pressa e a ansiedade podem distanciá-lo ainda mais de uma reflexão produtiva. Espere e confie.

"É no silêncio e na calma que os anjos sussurram em seu ouvido",

ilustra a psicóloga Tereza Kawal, lembrando que os insights acontecem quando menos esperamos, mas sempre quando há quietude interna e tolerância para esperar. Então, tente se aquietar para entrar em sintonia consigo e abrir espaço para a tranqüilidade. "
(Revista Bons Fluídos - Maio 2008 - ...a dose certa das coisas. Texto de TAtiana Bonumá e Ana Holanda)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Guarda Roupa sem Fundo

E no meio do projeto do novo guarda-roupa de Maria.
Eu, pensando alto...
- Acho melhor que tenha fundo por causa da umidade da parede.


Maria protestando fortemente...
- Ah não! Sem fundo! Igual o de Nárnia.




sexta-feira, 9 de maio de 2008

Piscina de Arianos


13 de julho de 1940

Passeei hoje, com Ara, à tarde. Fomos pela beira do Alster. Num recanto da
margem, porto da Lombardsbrüche, para o lado de cá (da minha casa), vi uma
praiazinha para crianças. Pequenina enseada, protegida, de um lado, por um
pernambuco de pedra, ganho pelas ondas do lado, que vão e vêem por entre as
pedras, convertendo-o em cachoeira. Marrecos flutuando, dando o peito redondo ao
ímpeto em miniatura das ondas, ou mergulhando as cabeças. A 2 metros da terra, uma tela, firme em estacas.

Os garotos podem nadar ali dentro. Há um quadrado, espécie de vasto caixão de areia, para os garotos brincarem. Perto, os salgueiros-chorões. Ondazinhas vêm lamber a praia de brinquedo.

E...mas...para estragar toda a mansa poesia do lugar: arvoraram, num poste, uma taboletazinha amarela:

"Lugar de brinquedo para crianças arianas"...

Guimarães Rosa... Inédito em livro até hoje, o diário foi escrito entre 1939 a 1941, muito antes de o autor mineiro publicar sua primeira obra . Rosa trabalhava como cônsul-adjunto no consulado brasileiro de Hamburgo, onde ficou até 1942.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Os brutos também amam!

Mensagens

do outro lado me pedem PACIÊNCIA.
alertam-me para o fato de eu não ser dona da verdade.
da necessidade urgente que tenho de lidar com contestações.
das provas do dia-a-dia.
das pessoas que chegam...das que vão...das que, apenas passam, talvez para me mostrar alguma coisa.
enquanto isso a vida corre e eu permaneço com esta sensação esquisita de que algo sempre está para acontecer.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Ainda é cedo amor...

"Ainda é cedo amor...mal começaste a conhecer a vida!"
(Cartola)

Um vídeo lindo na casa do Juan

CONFRONTO

ADORO
CONFRONTO
DE IDÉIAS E IDEAIS!

Despacha-te


Me fascina a arte que deseja,
simplesmente,
poetizar um momento!
Há um tempo visitei um blog que me fascinou.
Pedi para colocar aqui e ela http://despacha-te.blogspot.com/
mui gentilmente permitiu.
Os desenho são maravilhosos!

O que produz o som é a vibração


“A infelicidade da época atual é a de desejar uma existência atonal, plana, em uma linha horizontal, sem depressão, mas também sem exaltação. Uma perpétua linha de homeostasia, que se obtém graças ao Prozac e às moléculas químicas. Está-se sempre com o mesmo humor, mas um humor constante não produz nada.

O que produz o som é a vibração”.

(Jean Clair - historiador de arte francês)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

A Casinha de Mariah


"Existem casas que têm a alma perfumada. Dentro delas, "a gente se sente visitando um lugar feito de alegria, recebendo um buquê de carinhos, abraçando um filhote de urso panda, tocando com os olhos os olhos da paz." Mas a alma da casa é feita de pessoas...E a morada perfumada é feita de gente que nos faz saborear "a delícia do toque suave que sua prsença sopra em nosso coração."


(Revista Bons Fluídos - nº 110 - Morada Perfumadas por Carlos Solano)

que a "A Casinha de Mariah"
.

tenha sempre café quentinho, prato de bolinhos de chuva com açucar e canela...
almofada de crochê, um tapetinho para deixar os sapatos...
...um monte de amigos!
.
Um grande beijo aos que me ajudaram a escolher...
tá aí...
.
"A Casinha de Mariah"